domingo, 17 de outubro de 2010

Libertadores díficil, não impossível

Pois é... Três jogos, três vitórias tricolores sob o comando de Paulo César Carpegiani. Muitos não gostaram da nova contratação do técnico junto ao São Paulo, mas todos tem que admitir que ele vem resolvendo. Hoje, não foi diferente. Frente ao clássico San-São, o São Paulo passou pelo Santos nos minutos finais, por 4x3, com gol de Jean. O time da baixada santista era o carrasco são paulino no ano, pois nas 4 partidas disputadas (3 pelo campeonato paulista e 1 pelo Brasileirão), a equipe ganhou todas. O São Paulo ainda sonha com a 8ª libertadores seguida, algo díficil, porém não impossível.

Com a terceira vitória seguida, o Tricolor Paulista está agora na 9ª posição e o Santos se mantave na 4ª posição do Brasileirão, graças a derrota colorada, ontem contra o Fla.

SÃO PAULO 4x3 SANTOS

O clássico começou com ambos os times com um posicionamento ofensivo. E aos 3 minutos, no Morumbi, quem abriu o placar foi o Santos, com Alan Patrick, aproveitando rebatida errada de Rogério Ceni. Porém aos 6 minutos, Miranda cruzou para Ricardo Oliveira, que cabeceou e contou com a finalização de Dagoberto para empatar. E aos 13 minutos, novamente Dagoberto, escorou após nova assistência de Ricardo Oliveira e virou. Novamente o São Paulo chegou com Dagoberto, - que não vinha sendo aproveitado por Baresi, mas vem sendo titular e jogando bem - que passou por zagueiro, porém na hora H, Pará finalizou contra próprio patrimônio. 19 minutos da 1ª etapa e o São Paulo ganhava por 3x1. Mas o Santos não jogou a toalha e logo na saída de bola, Pará recebeu lançamento, deu um drible da vaca em Alex Silva e bateu cruzado. Zé Eduardo ainda completou á gol. Primeiro tempo eletrizante. 5 gols, uma virada e São Paulo 3x2 Santos.

O segundo tempo não começou tão emocionante e o primeiro lance mais importante foi a expulsão de Richarlyson, que agrediu o atacante Zé Eduardo. E com Ricarhlyson fora e, consequentemente, o Santos com um a mais, o time alvi-negro foi pra cima e empatou com Neymar. O "Filé de Borboleta", como foi chamado por Luxemburgo, recebeu bola, dividiu com Alex Silva e o juiz marcou o pênalti, que ninguém ainda tem certeza se realmente aconteceu. Na cobrança, o próprio Neymar bateu como manda o figurino, no canto e alto. O jogo estava empatado até os 47 do segundo, quando Jean aproveitou rebote da linda defesa de Rafael e decretou a vitória Tricolor

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